Dia 20 de Setembro de 2008, hoje a caminhada ia ser diferente, hoje ia limpar a serra que me acolhe todas as semanas. Saímos muito cedo de Guimarães, eu mais 3 colegas, amantes da natureza e sobre tudo do Gerês.
Chegamos a Portela Do Homem cerca das 8h15. Alguns elementos já tinham iniciado a caminhada mas o Rui ainda esperava por nos e muitos mais que se foram juntando mas sem se conhecerem. Estranho em 2 tempos passamos a conhecer toda a gente. No caminho fomos passando uns pelos outro, fomos nos conhecendo e conversando. Paramos a meio do caminho para repor energias e continuamos o Nézinho até ali tinha ligado o turbo, foi preciso por travão para ele abrandar. Chegando aos Carris encontrei o Antoni e a namorada que também caminhavam com o grupinho deles. O tempo de trocar impressões e chegou o resto do pessoal, quase só pastores e residentes de Vilar da Veiga.
Paramos para almoçar mas mais parecia um festim do que um almoço na Serra. É que aquela gente alimenta se muito bem. Não faltava nada nem o vinho, nem os petiscos, o queijo, o presunto, as meloas e o café que o Paulo trouxe, veio mesmo a calhar.
Depois de bem comer e beber… toca a trabalhar toda a gente arregaçou as mangas e apanhou tudo quanto lixo havia… quilos, mesmo incrível a quantidade de lixo que a gente encontrou… Por vezes acho que para muita gente caminhar na serra é uma moda… Não é não. Caminhar na serra é acima de tudo “AMOR” e “PAIXAO” com todo o carinho e respeito que a senhora Serra merece.
Antes de regressar ainda acabamos o resto do lanche, pois não podíamos descer muito carregados… e tínhamos de carregar o lixo. Ai começou a parte mais difícil… o REGRESSO. Não queria, palavra que não queria regressar, queria ficar lá encima. Queria que o tempo parasse. Conforme ia descendo, algo me dizia para ficar, para não descer, lá encima está-se tão bem. Senti varias vezes o toque da brisa no meus lábios… sabor doce e por vezes amargo. Senti o vente a envolver me nos seus braço e agradecer o que tinha acabado de fazer. A serra sentia se leve e eu senti me amada, querida e desejada. Mas o caminho que se fazia longo até chegar ao cimo, de repente fez se tão curto e chegamos demasiado rápido a Ponte. Ainda esperamos algum tempo pelos outros mas o tempo fazia se tarde para os meus colegas e tivemos de regressar a Guimarães… Viagem toda fiquei ali quietinha a saborear e assimilar tudo o que senti e vivi naquele dia… há dias assim que nunca deveriam acabar.
Conheci o Filipe de Vilar da Veiga que sente a serra como se fosse casa dele. Conheci o Tò e o Litos ambos de Riba de Ave que pouco conhecem do Gerês mas já viram a serra de um ângulo que pouca gente viu. Conheci o Rui de Braga com quem ja caminhei tambem e cruzei na serra. Conheci o Clemente… ah!!!!! O “malandro” do Clemente, quem disse que pastor leva uma vida triste??? Ninguém triste tem o sorriso daquele Homem.
Quero agradecer especialmente aos meus colegas de Guimarães que abdicaram de uma caminhada que eles tinham planeado, para ir limpar os Carris… é de louvar… Um bem-haja a todos vos que merecem a minha admiração e o meu respeito…
Chegamos a Portela Do Homem cerca das 8h15. Alguns elementos já tinham iniciado a caminhada mas o Rui ainda esperava por nos e muitos mais que se foram juntando mas sem se conhecerem. Estranho em 2 tempos passamos a conhecer toda a gente. No caminho fomos passando uns pelos outro, fomos nos conhecendo e conversando. Paramos a meio do caminho para repor energias e continuamos o Nézinho até ali tinha ligado o turbo, foi preciso por travão para ele abrandar. Chegando aos Carris encontrei o Antoni e a namorada que também caminhavam com o grupinho deles. O tempo de trocar impressões e chegou o resto do pessoal, quase só pastores e residentes de Vilar da Veiga.
Paramos para almoçar mas mais parecia um festim do que um almoço na Serra. É que aquela gente alimenta se muito bem. Não faltava nada nem o vinho, nem os petiscos, o queijo, o presunto, as meloas e o café que o Paulo trouxe, veio mesmo a calhar.
Depois de bem comer e beber… toca a trabalhar toda a gente arregaçou as mangas e apanhou tudo quanto lixo havia… quilos, mesmo incrível a quantidade de lixo que a gente encontrou… Por vezes acho que para muita gente caminhar na serra é uma moda… Não é não. Caminhar na serra é acima de tudo “AMOR” e “PAIXAO” com todo o carinho e respeito que a senhora Serra merece.

Antes de regressar ainda acabamos o resto do lanche, pois não podíamos descer muito carregados… e tínhamos de carregar o lixo. Ai começou a parte mais difícil… o REGRESSO. Não queria, palavra que não queria regressar, queria ficar lá encima. Queria que o tempo parasse. Conforme ia descendo, algo me dizia para ficar, para não descer, lá encima está-se tão bem. Senti varias vezes o toque da brisa no meus lábios… sabor doce e por vezes amargo. Senti o vente a envolver me nos seus braço e agradecer o que tinha acabado de fazer. A serra sentia se leve e eu senti me amada, querida e desejada. Mas o caminho que se fazia longo até chegar ao cimo, de repente fez se tão curto e chegamos demasiado rápido a Ponte. Ainda esperamos algum tempo pelos outros mas o tempo fazia se tarde para os meus colegas e tivemos de regressar a Guimarães… Viagem toda fiquei ali quietinha a saborear e assimilar tudo o que senti e vivi naquele dia… há dias assim que nunca deveriam acabar.
Conheci o Filipe de Vilar da Veiga que sente a serra como se fosse casa dele. Conheci o Tò e o Litos ambos de Riba de Ave que pouco conhecem do Gerês mas já viram a serra de um ângulo que pouca gente viu. Conheci o Rui de Braga com quem ja caminhei tambem e cruzei na serra. Conheci o Clemente… ah!!!!! O “malandro” do Clemente, quem disse que pastor leva uma vida triste??? Ninguém triste tem o sorriso daquele Homem.

Quero agradecer especialmente aos meus colegas de Guimarães que abdicaram de uma caminhada que eles tinham planeado, para ir limpar os Carris… é de louvar… Um bem-haja a todos vos que merecem a minha admiração e o meu respeito…












