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A alma pode ser chamada o centro da natureza, a intermediária de todas as coisas, a corrente do mundo, a essência de tudo, o nó e a união do mundo
terça-feira, 30 de setembro de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
18-04-14 Travessia Castro Laboreiro - Lindoso - Portela do Homem - Carris - Pitões das junias
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
2014-04-12 e13 Autonomia Vilarinho da Furna-Rebordo Feio-Muro-Vilarinho
quinta-feira, 15 de maio de 2014
06-04-2014 Quinas de Arrocela em solitaria
Amigo,
Amigo, toma para ti o que quiseres, ...
passeia o teu olhar pelos meus recantos,
e se assim o desejas, dou-te a alma inteira,
com suas brancas avenidas e canções.
Amigo, faz com que na tarde se desvaneça
este inútil e velho desejo de vencer.
Bebe do meu cântaro se tens sede.
Amigo, faz com que na tarde se desvaneça
este desejo de que todas as roseiras
me pertençam.
Amigo, se tens fome come do meu pão.
Tudo, amigo, o fiz para ti. Tudo isto
que sem olhares verás na minha casa vazia:
tudo isto que sobe pelo muros direitos
como o meu coração - sempre buscando altura.
Sorris-te - amigo. Que importa! Ninguém sabe
entregar nas mãos o que se esconde dentro,
mas eu dou-te a alma, ânfora de suaves néctar,
e toda eu ta dou... Menos aquela lembrança...
... Que na minha herdade vazia aquele amor perdido
é uma rosa branca que se abre em silêncio...
Pablo Neruda, in "Crepusculário"
Amigo, toma para ti o que quiseres, ...
passeia o teu olhar pelos meus recantos,
e se assim o desejas, dou-te a alma inteira,
com suas brancas avenidas e canções.
Amigo, faz com que na tarde se desvaneça
este inútil e velho desejo de vencer.
Bebe do meu cântaro se tens sede.
Amigo, faz com que na tarde se desvaneça
este desejo de que todas as roseiras
me pertençam.
Amigo, se tens fome come do meu pão.
Tudo, amigo, o fiz para ti. Tudo isto
que sem olhares verás na minha casa vazia:
tudo isto que sobe pelo muros direitos
como o meu coração - sempre buscando altura.
Sorris-te - amigo. Que importa! Ninguém sabe
entregar nas mãos o que se esconde dentro,
mas eu dou-te a alma, ânfora de suaves néctar,
e toda eu ta dou... Menos aquela lembrança...
... Que na minha herdade vazia aquele amor perdido
é uma rosa branca que se abre em silêncio...
Pablo Neruda, in "Crepusculário"
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